Quando questionado pelo deputado do PCP Paulo Sá sobre a constituição de créditos para compra de ações do BCP por parte da CGD, Manuel de Oliveira Rego classificou o período das ações a 16 euros como "uma doença".
"Não só detetámos como monitorizámos todas essas situações de uma forma discriminada, toda a vida desses empréstimos, a descida forçada desses colaterais e a constituição das respetivas provisões", disse Manuel de Oliveira Rego.
"Apresentávamos uma lista das situações com a respetiva evolução que tinham e chamávamos à atenção para a evolução dos colaterais desses empréstimos", acrescentou.
De acordo com Oliveira Rego, a informação era enviada trimestralmente às Finanças e anualmente ao Banco de Portugal (BdP).