Começou por se chamar “Paperino” (o nome do Pato Donald em Itália) pela sua forma estranha, mas Enrico Piaggio, filho do fundador da marca italiana e responsável pela fábrica de Pontedera, na Toscana, não gostou do protótipo e deu indicações para que fosse redesenhado. Quando viu a versão final da mota, soltou um “Parece uma vespa!”. E assim ficou. Até hoje.
A scooter que foi criada com o objetivo de fazer chegar às massas um veículo de baixo custo — apesar de hoje ser uma mota numa gama mais elevada de preços — mantém o nome com que foi batizada e os traços gerais originais desenhados por Corradino D’Ascanio, um engenheiro de aeronáutica que não gostava de motas, porque as achava desconfortáveis, pouco práticas quando era preciso trocar o pneu e com grande potencial para sujarem o condutor por terem a corrente à mostra.
Setenta e três anos depois do lançamento do primeiro modelo da icónica scooter, é na fábrica-mãe de Pontedera que hoje em dia é produzida a Vespa Elettrica.