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Bolsonaro diz lamentar mortos, mas “é o destino de todos”

Presidente do Brasil lamentou o número de mortes decorrentes da pandemia de Covid-19, mas apontou que "é o destino de todos".

Horas depois de ter siso divulgado que o Brasil ultrapassou as 31 mil vítimas mortais devido à Covid-19, tendo batido um novo recorde diário de óbitos, Jair Bolsonaro disse que “lamenta todos os mortos, mas é o destino de todos”, reporta a Folha de São Paulo.

As declarações foram feitas à porta do Palácio da Alvorada, em Brasília, após ter sido pedido ao presidente brasileiro que enviasse uma mensagem de conforto aos familiares das vítimas do novo coronavírus. 

Esta terça-feira, o Brasil reportou o número diário de mortes mais elevado desde o início da pandemia, com 1.262 óbitos. O país contabiliza um total de 555.383 casos de infeção e 31.199 vítimas mortais. 

Apesar de o Ministério da Saúde brasileiro não recomendar a utilização da cloroquina, o presidente brasileiro voltou a defender o uso do medicamento, apontando que quem critica o fármaco “tem de apresentar uma alternativa”.

Recorde-se que a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou no passado dia 25 de maio a suspensão temporária dos ensaios clínicos com hidroxicloroquina para combater a Covid-19 por causa de estudos científicos que associam maior mortalidade ao uso daquele medicamento.

Saliente-se ainda que, segundo uma sondagem do Instituto DataFolha, publicada na passada sexta-feira, metade dos brasileiros reprova a administração do Presidente do país, Jair Bolsonaro, nas ações de combate à pandemia de Covid-19, enquanto apenas 27% aprovam.

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